Domus Vida: um lugar seguro onde ser sénior é um prazer
A insegurança e a ansiedade foram sentimentos que todos nós experimentamos, e continuamos a sentir, neste contexto de pandemia. A Covid-19 alterou as nossas vidas, as nossas rotinas e deixou ainda mais vulneráveis os nossos séniores. Estes carecem assim de atenção redobrada. Foi nesse sentido que as residências Domus Vida adaptaram os seus serviços para cuidar daqueles de quem mais gostamos, de forma confortável e com total segurança.
Fazem parte dos grupos de risco da infecção por Covid-19 e têm estado diariamente nas notícias relacionadas com a pandemia. Se todos temos de ser agentes de saúde pública, para os seniores, o desafio é ainda maior. Com as medidas de segurança exigidas nesta fase que estamos a viver, manter os cuidados habituais ao nível de higiene, saúde e alimentação pode não ser tarefa simples. As residências Domus Vida, do Grupo José de Mello, surgem como espaços onde o conforto e a privacidade estão garantidos, em total segurança.
Seja em estadias permanentes ou temporárias – essencialmente para a recuperação de doenças ortopédicas, neurológicas ou para assistência a doentes oncológicos – a oferta de serviços compreende o acompanhamento assistencial permanente dos residentes por uma equipa dedicada e altamente qualificada. Os principais desafios desta equipa são melhorar a capacidade funcional e estimular a autonomia de saúde e de bem-estar de todos os que fazem das residências do Estoril ou de Lisboa a sua casa.
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“A grande mais valia é podermos oferecer um serviço integrado. Se alguém precisar de recuperar de um internamento, ou de uma cirurgia, pode contar com uma equipa assistencial para cuidar e para o reabilitar, sem ter de correr riscos desnecessários: não precisa de transporte, o horário é gerido diariamente, os técnicos são testados com frequência, as instalações são todas cuidadosamente limpas”, começa por explicar Maria de Jesus Costa, directora da Residência Domus Vida Lisboa.
Um novo utente pode contar com uma equipa multidisciplinar, desde logo, ao dispor de um corpo clínico diversificado: medicina interna, neurologista, neuropsicóloga, fisiatra, psiquiatra, enfermagem permanente, auxiliares de geriatria para apoio nas actividades de vida diária, uma equipa de reabilitação com fisioterapia, terapia ocupacional, terapia da fala. É ainda possível contar com um terapeuta para estimulação e preservação cognitiva, bem como uma equipa dedicada à ocupação dos tempos livres. “Continuam a existir os serviços de hotelaria anteriores à pandemia, como a limpeza, o tratamento de roupa, a alimentação e o fornecimento de jornais”, explica Maria de Jesus Costa.
A realização periódica de testes de despiste à Covid-19 de forma preventiva, muitas vezes por iniciativa própria, mas sempre em articulação com as autoridades de saúde, tem sido, por outro lado, um pilar essencial da linha de actuação da Residências Domus Vida.
As mudanças trazidas pela pandemia
Foi necessário desenhar um plano de contingência criterioso, que está em permanente actualização, e foi rigorosamente aplicado em todos os procedimentos e actividades das unidades Domus Vida. “A segurança e bem-estar de residentes e colaboradores é a nossa principal preocupação, pelo que todos os colaboradores se equipam a rigor com o material definido, perante cada cenário de contágio, para prestar todos os cuidados necessários a quem deles necessita”, explica Luísa Loureiro, directora da Residência Domus Vida Estoril.
Por uma questão de segurança para todos os que vivem e trabalham em ambas as residências, os confinamentos profilácticos (com a duração de 14 dias) de quem sai para uma consulta ou chega de um internamento hospitalar, alteraram um pouco a vida diária. “Foi possível assegurar a maioria das actividades de lazer graças à versatilidade, reorganização e empenho das equipas envolvidas, pelo que os residentes mantiveram muitas das suas rotinas, minimizando-se, assim, o impacto do confinamento e distância face às suas famílias”, destaca.
No que respeita ao espaço da Domus Vida Lisboa, foi necessário proceder a algumas alterações desde a fase de confinamento devido à pandemia de Covid-19. Desde logo, o piso 0 que era o piso social com a presença dos residentes, passou a ficar “quase deserto”, pois anteriormente todos circulavam livremente pela sala multiusos, sala de estar, restaurante, biblioteca, capela, ginásio e cabeleireiro… “Nenhum residente, mesmo independente, desce dos pisos superiores sem que alguém o vá buscar e o leve à ginástica, fisioterapia ou cabeleireiro”, salienta Maria de Jesus Costa.
Visitas seguras pela saúde de todos
Além de não ser possível circular como anteriormente, a mudança mais sentida foi ao nível das visitas. Como não havia horários restritos, havia sempre presença de pessoas do exterior. O restaurante estava aberto a familiares e, por isso, havia a hipótese de filhos, netos, amigos, virem almoçar ou jantar, com os residentes”, explica Maria de Jesus Costa. As festas de aniversário em família deixaram de acontecer e os bisnetos a correr no jardim deram lugar ao desafio permanente da equipa que trabalha diariamente nas residências: “Fazer com que o distanciamento da família fosse amenizado com o carinho e o apoio de quem trabalha na Domus Vida.” E apesar de ser difícil aceitar, a segurança é o compromisso principal.
Também Luísa Loureiro considera que a maior diferença sentida, quer pelos residentes, quer por toda a equipa, é deixar de existir uma “porta aberta” 24 horas a todos os que queiram visitar os seus familiares. “Passámos a ter critérios específicos para os diversos tipos de visitas, consoante o estado clínico de cada residente, para além de organizarmos, de forma individualizada e personalizada, a vinda dos familiares, recebidos em espaços próprios, quer no jardim, quer no interior da unidade, com o devido distanciamento e equipamento obrigatório”, afirma a responsável, sublinhando que a confiança é a palavra de ordem. “O facto de os familiares receberem informação detalhada e permanente, acompanhada dos resultados dos testes que, por decisão própria, têm sido feitos a residentes e colaboradores regularmente, permitiu fortalecer a relação de confiança entre as partes.”
Soluções alternativas para pessoas independentes
Para além das residências assistidas, a marca Domus Vida disponibiliza também um outro conceito de condomínio residencial, apenas em Lisboa, para pessoas independentes e activas, que podem viver em apartamentos T1 e T2 sem terem de se preocupar com a gestão da vida diária.
Mais do que uma casa, o condomínio residencial Domus Vida oferece uma inovadora variedade de serviços que garantem a máxima segurança, comodidade e bem-estar. São os casos, por exemplo, da lavagem de roupa, alimentação, limpeza, ou simplesmente de companhia.
Ao final do dia, não existe qualquer dúvida: as residências Domus Vida constituem uma opção segura para todos os que têm necessidade de apoio, permanente, temporário ou pontual.