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Se o relatório da Ordem dos Médicos fosse uma mentira pegada e muito fácil de rebater, por esta altura já teria sido trucidado pela máquina de comunicação do governo. E por muitos dos comentadores que aqui vêm todos os dias.
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É mentira. Há muito anos, quando era jornalista do DN, fui ver um jogo da selecção à Alemanha a convite da direcção do jornal, que por sua vez tinha convites disponibilizadas por aquele que era o proprietário do jornal na altura, Joaquim Oliveira. Não é a mesma coisa. Mas é verdade que o Galpgate é um mosquito no meio dos problemas de corrupção em Portugal.
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Não existe qualquer contradição entre exigência, bom-senso e capacidade de compromisso. De outra forma, só haveria dois tipos de pessoas: ou bananas ou fanáticos.
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Claro que foi uma blague. Mas o ponto não é esse: é ele demonstrar a convicção de uma líder partidária de que há coisas que não se conseguem resolver em democracia.
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Há gente que acha que dizer que o Estado Novo não foi um fascismo é uma forma de legitimar o regime. Nada disso. No meu caso é uma forma de deslegitimizar o país. Vejam bem: nem sequer foi preciso instaurar o fascismo ou a violência à espanhola para o país ficar manso durante 40 anos.
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Meu caro, o facto de Salazar ter colocado fascistas na prisão, nomeadamente Rolão Preto, que acabou exilado, não é uma opinião. É um facto. Basta ir à Wikipédia.
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1. Muitos daquela cães poderiam ter sido adoptados se estivessem em abrigos legais. 2. Se o conceito de “morte digna” faz diferença para humanos, também devia fazer diferença para animais. 3. Sou todo a favor da esterilização, mas nas minhas contas nem entro com a reprodução inevitável dos animais. Há 30 a 40 mil cães e gatos abandonados todos os anos. Não vejo como a esterilização resolva isso.
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Amanhã deixava de haver cozido à portuguesa todas as quintas-feiras. Eu declarava: “um dia negro para a gastronomia portuguesa”. Fernando Ferreira replicava: “tantos anos que vivemos sem cozido, e alguém morreu à fome?” #estatudobem
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Obrigado, caro Mário, por demonstrar o ponto do meu texto: isto é ou tudo fechado ou tudo aberto à balda, porque o país não dá para mais. E à minha falta de conformismo chama depois falta de coerência, porque a exigência que falta ao Estado é a exigência que falta à sociedade civil. É isso mesmo.
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Isso não está em questão. O desempenho dos professores, na minha experiência com quatro níveis diferentes de ensino, é muito desigual, o que nasce precisamente do problema de os professores serem deixados mais ou menos ao abandono. Mas há alguns que se esforçaram brutalmente, de facto. A questão é que a presença online dos docentes tende a ser muito maior nos bons privados. Têm muito melhor organização e mais agilidade. Como é evidente, isto é uma generalização.