Estudo de tráfego? Não há. Estudo de impacto ambiental nas franjas da Baixa? Não há. E há plano para impedir que as novas ruas pedonais e amplas da Baixa se transformem no triste circo que é a Rua Augusta? Há uma solução simples.
Autarquia marcou três reuniões nas três freguesias abrangidas pelo plano apresentado há duas semanas.
Oito dúvidas e 22 propostas. Parecer do ACP diz que, para já, a proposta de Medina para a Baixa é apenas “uma obra de embelezamento”, mas mostra-se disponível para colaborar.
Câmara de Lisboa diz que o critério de adjudicação “nada terá a ver com questões financeiras e economicistas, privilegiando antes a qualidade da proposta cultural”.
A política é uma questão de opções. Podemos satisfazer-nos com a medalha da Capital Verde Europeia ou então tomar medidas para que a cidade seja mais saudável, atinja os objetivos de neutralidade carbónica e combata realmente a urgência climática em que vivemos.
Ainda não há datas para a discussão do projecto com moradores e comerciantes. A Rua Anchieta, a Rua Ivens e a Calçada do Sacramento também vão ficar exclusivamente para peões.
As pessoas começam aos poucos a perceber que é exactamente assim que se valoriza uma cidade e se torna o seu espaço mais habitável. Os carros afastam; as ruas aproximam.
Depois de um hotel-figueira e de um hotel-wc, o grupo Beautique Hotels criou um hotel-mulher. Assim nasceu a Madalena, “uma mulher internacional” que está por todo o lado nesta novíssima unidade hoteleira. E no restaurante Madame provam-se sabores de todo o mundo.
A Baixa da cidade é o principal destino do investimento, com 50 projectos em carteira. Zona da Lapa e Campanhã estão também no radar dos investidores
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