Define-se como um “tipo todo torto que insiste em ter uma vida normal”. A sua tese de doutoramento, aprovada com nota máxima pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, resultou numa proposta de método de desenvolvimento de software acessível e numa ferramenta de apoio.
No discurso de agradecimento, Phoenix fez-se notar pela mensagem acutilante: “Estamos a enviar uma mensagem muito clara às pessoas não brancas de que não são bem-vindas aqui”.
Relatório de diagnóstico sobre acessibilidades do edificado do Estado está pronto e deverá ser divulgado no início da semana. A grande maioria do edificado foi construído antes da primeira legislação sobre acessibilidades.
O Consórcio Unicode divulgou as primeiras versões dos emojis que deverão chegar aos teclados dos smartphones a meio de 2020. Se este ano fosse um emoji, qual seria?
Uma Barbie sem cabelo e um Ken cheio dele; uma boneca com vitiligo e outra com uma perna biónica. Eis os novos lançamentos anunciados pela Mattel, que são mais um passo para a inclusão.
Atrasos na publicação do diagnóstico prendem-se com a falta de informação sobre a acessibilidade dos edifícios da Administração Pública.
O designer nascido na Costa do Marfim irritou-se quando percebeu que os bancos de imagens só mostravam a pobreza de África. Decidiu desenhar stickers da vasta cultura do continente e disponibilizá-los numa app gratuita. O próximo passo é incluí-los no teclado de emojis.
A nossa educação não foi ainda capaz de se libertar de uma herança de desinvestimento de muitas dezenas de anos. Faltam recursos? Faltam sim, e muitos.
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